
Maria Fernanda
Casamento passa rápido para quem está casando.
Você vai lembrar de umas poucas cenas. O resto fica com quem estava olhando de fora.
As histórias
O que eu faço no seu casamento
Chego antes dos convidados, quando a mesa ainda está sendo posta e ninguém arrumou o cabelo. Depois fico circulando o dia todo, gravando na vertical, do jeito que as pessoas assistem.
Não monto cena. Se você olhou para a sua mãe e ela chorou, aquilo aconteceu uma vez só e eu estava perto o suficiente para registrar.
O que sai disso são os Stories do dia, os vídeos verticais e as fotos.

Por que uma Storymaker
O olhar
Percebo que alguma coisa vai acontecer antes de acontecer. Isso é treino.
A espontaneidade
Ninguém precisa posar. Eu registro o que já está rolando.
O tempo real
O conteúdo nasce enquanto a festa acontece, não uma semana depois.
A sensibilidade
Aquele detalhe que só a noiva ia notar, eu noto também.
A memória
Passa a semana, o Story sai do ar e o arquivo continua com vocês.
O preço acompanha o tempo


Quem fica atrás disso tudo
Storymaker não é fotógrafa de casamento. É outra função. Eu ando pelo evento o dia todo, perto o suficiente para registrar e longe o suficiente para não atrapalhar.
Gosto de chegar cedo, quando a decoração ainda está sendo montada e ninguém está pronto. Costuma ser a parte mais bonita do dia e quase ninguém vê.
Durante a festa eu quase não apareço. É de propósito. No fim, o que sobra é o dia de vocês do jeito que ele foi.
Maria Fernanda
Me conta como vai ser o seu





